sábado, 6 de fevereiro de 2016

Mario Pereira. Intangível. 2016



Titulo: Intangível.
Projecto final desenvolvido por: Mario Pereira.
Aluno da Licenciatura em Artes Visuais e Fotografia.
Ano:2016
Projecto apresentado e desenvolvido na disciplina de som da Licenciatura de Artes Plásticas Intermédia.
Sobre orientação de Hugo Paquete.
Escola Superior Artística do Porto

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Marina Garnier: Ressonância quadrada. 2016


Titulo: Ressonância quadrada.
Projecto final desenvolvido por: Marina Garnier.
Aluna de Arquitetura.
Ano:2016
Projecto apresentado e desenvolvido na disciplina de som da Licenciatura de Artes Plásticas Intermédia.
Sobre orientação de Hugo Paquete.
Escola Superior Artística do Porto

Sara Pontes. Instalação sonora e objectos. 2016

Titulo: My Room. Instalação sonora e objectos.
Projecto final desenvolvido por: Sara Pontes.
Aluna de Artes Plásticas Intermédia.
Ano:2016
Projecto apresentado e desenvolvido na disciplina de som da Licenciatura de Artes Plásticas Intermédia.
Sobre orientação de Hugo Paquete.
Escola Superior Artística do Porto

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

GEOMETRIC WAVES: Paula Fabiana Aguiar. 2016


Titulo: GEOMETRIC WAVES.
Projecto final desenvolvido por: Paula Fabiana Aguiar.
Aluna de Design de Comunicação Multimédia.
Ano:2016
Projecto apresentado e desenvolvido na disciplina de som da Licenciatura de Artes Plásticas Intermédia.
Sobre orientação de Hugo Paquete.
Escola Superior Artística do Porto

GEOMETRIC WAVES, é o resultado do projeto para a unidade curricular  de Som, da faculdade ESAP - Escola Superior Artística do Porto. A ideia  inicial,  seria  gerar  um  som  através  de  palavras  ou  frases  que  seriam  geradas pelo teclado do computador, onde um software iria interpretar cada  letra como um sample e depois tocá-los repetidamente. De imediato decidi
pesquisar artistas e projetos já existentes, e tipos de programas que teria de utilizar e entre outras ferramentas de apoio.
Posteriormente  às  pesquisas,  modifiquei  um  pouco  o  projeto,  em  vez  de gerar som através de palavras, queria gerar linhas de formas geométricas através de um som. Sendo eu de um curso de design, quis implementar a parte gráfica, com cor (de forma subtil), não dando apenas importância e só importância ao grafismo, mas também à parte do aúdio, sendo que também tentei implementar um pouco de interatividade, do projeto com o utilizador.  O docente Hugo Paquete, sugeriu-me algumas referências para pesquisa e enriquecimento do projeto. Um dos artistas que mais se destacou  na  minha  pesquisa  foi  o  designer  Joshua  Davis  -  designer americano,  que  trabalha  com  novos  média,  e  que  gera  todo  o  tipo  de imagens através da programação(processing). Da pesquisa relativa a este artista, tentei absorver um projeto (já antigo), que o mesmo tinha realizado com formas simples e cores contrastantes.
Para  além  deste  artista,  o  docente  sugeriu-me  um  amigo  seu,  Miguel Ogoshi - designer e artista de novos média. Foi-me dada a sua referência porque precisava de uns códigos de Flash, que o artista Joshua há uns 7 anos  criou  e  disponibilizou  na  internet  -  o  Hypeframework  para  o  Flash,
entrentanto,  ele  próprio  mudou  o  Hype  para  Processing,  pelo  simples motivo de ser opensource e poder ser usado nos Tablets.
Depois de ter contactado o artistas Miguel Ogoshi, este ofereceu-se para me  ajudar  no  projeto,  oferecendo-me  os  códigos  de  Joshua,  após  ter trocado  algumas  referências  e  de  ter  visto  alguns  sketch,  e  analisado alguns códigos, tive alguns problemas a nível de programação no Adobe Flash,  o  código  que  me  tinha  sido  disponibilizado  estaria  com  versões antigas  em  relação  ao  meu  Adobe  Flash.  Para  não  perder  muito  tempo, comecei a realizar o projeto noutro tipo de programa. Rapidamente explorei o Processing, embora tenha conhecimento de programação, decidi aplicar os  conhecimentos  de  outras  bases  de  algoritmia,  arrisquei  e  realizei  o projeto  neste  programa.  Ao  explorá-lo,  consegui  de  imediato  associar através  do  código  as  linhas  das  formas  geométricas  que  pretendia,  as cores e a espessura, e ainda consegui ao aumentar o volume que as linhas já reagissem em tempo real com um som aleatório.
Foram  testados  diferentes  linhas  de  formas  geométricas,  acrescentei  no código elipses (que mais tarde retirei), rectângulos, quadrados e triângulos, adaptei a posição e a cor das formas. Estas eram geradas aleatoriamente conforme  o  valor  da  amplitude  do  som,  criando  uma  composição  gráfica desenvolvida  tanto  pelo  próprio  computador  como  pelo  utilizador  através das teclas Z e X - fazem mudar o preenchimento, (azul e amarelo), e se o
utilizador carregar na tecla S - grava a imagem em .png.

O aúdio foi criado de maneira a dar um grande aproveitamento às lindas das  formas,  ou  seja,  tentei  explorar  o  máximo  possível,  desde  sons graves, aos instrumentos, a vst, e a sons já existentes, concretos. 

Posso concluir que estou satisfeita com o projeto, de certa forma consegui realizar o que queria desde do primeiro dia em que comecei a esboçar a ideia.  Fico  feliz  por  o  ter  realizado  e  por  ter  conhecido  novos  média  e artistas que nunca antes tinha ouvido falar.

Untitled #01 Pedro Petiz, 2016

Untitled #01 Pedro Petiz

Titulo: Untitled #01
Projecto final desenvolvido por: Pedro Petiz.
Aluno de Design de Comunicação Multimédia.
Ano:2016
Projecto apresentado e desenvolvido na disciplina de som da Licenciatura de Artes Plásticas Intermédia.
Sobre orientação de Hugo Paquete.
Escola Superior Artística do Porto

O meu projeto final baseou-se na alteração de um pedal já existente, de digital delay através de circuit bending. Nesta alteração introduzi componentes novos no pedal, como foi o caso de uma LDR, dois potenciómetros de veio comprido e um interruptor.
Este pedal pode ser usado de duas distintas maneiras. A primeira, com inspirações mais noise é mais performativa e “gestual”, através de movimentos da mão que irão interferir com a Luz captada por uma LDR, incorporada na parte superior do pedal. A segunda, mais “musical”, serve como um delay e reverb para alterar o som de uma guitarra/baixo. Optei por fazer este pedal para responder às minhas necessidades pessoais: juntar um contexto mais soft a um mais pesado.
Esta pequena demonstração foi intitulada de untitled, uma vez ser um estudo para uma performance que irá ser realizada mais tarde, num contexto de destruição.
Esta performance foi pensada à luz dos meus outros projetos. Por essa razão, uma vez ter sido inspirado pelo artista Atau Tanaka, que estive a estudar e pelo docente da cadeira, o Professor Hugo Paquete, decidi abordar o “noise”, numa tentativa de o conhecer.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Gabriel Cardoso, The Noise Machine. 2015


The Noise Machine 
O projecto “The Noise Machine” é o culminar da proposta de projecto para a unidade curricular de Som da ESAP. O projecto consiste na junção do poder de processamento de som do SuperCollider, Processing e Touch OSC de forma a criar um espécie de instrumento que podemos influenciar e que o computador influência também à sua maneira com uma série de condições impostas em código para criar alguma “randomness” que fará com que cada utilização desta mesma espécie de instrumento seja única. O programa SuperCollider é basicamente composto por 3 partes distintas, uma parte é código, um cliente que é a plataforma onde programamos o nosso som e um servidor que é incumbido de interpretar o código recebido de um cliente e gerar o som de acordo com o código que lhe for enviado pelo cliente. Esta forma de trabalhar permite não só gerar o nosso som através de código “estático”, como permite também, fazer gerar som influenciado por programação “live” podendo usar um ou mais computadores para programar e assim permitir performances com vários participantes e também influenciar através de inputs externos como por exemplo através de OSC como usado neste projecto. OSC (Open Sound Control) é um protocolo de rede para interligação entre instrumentos, computadores e outros aparelhos multimédia (como um iPhone ou Android). O OSC é vastamente utilizado pois ultrapassa desvantagens de outros protocolos como por exemplo o MIDI pois permite comunicações é distancia entre interfaces através da internet, permite enviar informações/“mensagens” mais complexas, entre outras. Neste projecto o OSC foi utilizador para fazer a ligação entre o SuperCollider, Processing e ainda o Touch OSC. O Touch OSC é um programa, disponível para iOS e Android, no qual temos interfaces gráficas (predefinidas ou criadas pelo utilizador através do computador) que enviam “mensagens” OSC, essas mensagens depois são interpretadas por um outro programa podendo assim gerar som, o que torna o Touch OSC uma espécie de instrumento virtual à nossa perfeita medida pois podemos desenvolver a sua interface para corresponder às necessidades. O Processing, é também uma linguagem de programação. Este possui também um interpretador de código no qual programaticamente podemos gerar imagens de vídeo, estático, dinâmico, interactivo, 2D e 3D, entre muitas outras tarefas que esta linguagem é capaz. O projecto aliou estas tecnologias para a criação de uma espécie de instrumento digital. Com o Processing criamos um vídeo simples, dinâmico, que consiste em pequenas circunferências a serem criadas com uma frequência“random” que viajam de uma ponta à outra da janela com um velocidade entre x e x valores, velocidade esta que apesar de compreendida entre dois valores, é sempre definida ao acaso pelo computador. Com este simples vídeo, através de OSC, cada vez que uma das circunferências chega ao outro extremo da janela (neste caso o extremo esquerdo) é enviada uma “mensagem” ao SuperCollider, que por sua vez vai gerar um som diferente por cada circunferência, tudo com determinados paramentos que fazem com que o som varie ao longo do tempo, criando sempre algo novo. O projecto completa-se então com a adição do Touch OSC. No Touch OSC temos então uma interface criada por mim para controlar/influenciar o SuperCollider. Na interfaces existem controlos para ligar e desligar 2 sintetizadores (botões azuis claros), um rotor para controlar o pan de um dos sintetizadores, mais 2 rotores para influenciar o detune de ambos os sintetizadores, respectivamente, 2 sliders amarelos para controlar a amplitude dos sintetizadores, 2 sliders verdes que influenciam o numero de harmónicos e 2 sliders verdes que influenciam a frequências base para cada um dos sintetizadores. À parte do que é possível controlar/influenciar através do Touch OSC os sintetizadores geram sons adulterados por variáveis que estão em constante mudança e que são unicamente geradas pelo computador sempre aleatoriamente, aumentando o teor de “randomness” deste instrumento e que torna cada utilização do mesmo única. 

Titulo:The Noise Machine. 

Projecto final desenvolvido por: Gabriel Cardoso. 

Aluno de Design de Comunicação Multimédia.
Ano:2015
Projecto apresentado e desenvolvido na disciplina de som da Licenciatura de Artes Plásticas Intermédia. Sobre orientação de Hugo Paquete. Escola Superior Artística do Porto

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Joana Torrinha: Não-Espaço. 2015

Joana Torrinha: Não-Espaço. 2015

Joana Torrinha: Não-Espaço. 2015

Titulo: Não-Espaço. Instalação multimédia, dupla projeção vídeo e som gerado pelo campo eletromagnético de dispositivos eletrónicos.

Projecto final desenvolvido por: Joana Torrinha.
Aluno de Artes Plásticas Intermédia.
Ano:2015

O espaço é tomado como ponto de partida e central numa componente prática na percepção do mesmo procurando evidenciar o espaço como elemento imperceptível na realidade que nos circunda. Procuro explorar a realidade do plano tecnológico na sua permanência invisível que habita em paralelo conosco diariamente. A apreensão dessa mesma realidade é trabalhada através do registo de sons in-audíveis ao ouvido humano que são trabalhos no sentido de criar uma ambiência experimental acompanhada de uma componente visual baseada no erro do sistema vídeo.
Esta peça consiste na amplificação e leitura da informação ruidosa produzida pelos campos electromagnéticos dos dispositivos electrónicos que nos são tão familiares actualmente, como o computador pessoal, o telemóvel, os dispositivos áudio, etc. Procuro consciencializar o receptor para a presença tecnológica que habita secretamente o não espaço. Através da amplificação dos sinais electromagnéticos é possível percepcionar tudo o que implica a nossa conexão ao mundo tecnológico.
A experiência (não) espacial é dinamizada através dos elementos físicos especialmente concebidos para essa mesma perícia onde procuro que o espectador se deixe envolver pelo espaço guiado pela peça visual e sonora. O que me interessa é a percepção e a consciencialização e o transporte físico e psicológico do imperceptível. O meu trabalho procura que o espectador se dê à experiência estética do não-espaço interpretada no meu projecto.

Sobre orientação de Hugo Paquete.
Escola Superior Artística do Porto